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Instalado com o maior conforto no apartamento da minha sogra, tive várias chances de instalar o equipamento na janela da frente. Melhor ainda, subi no telhado do prédio, que infelizmente tem apenas 8 andares enquanto outros em sua volta tem mais de 30 e encobrem o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. Nas primeiras horas do dia 1° de janeiro de 2011, fiz esta panorâmica de 360 graus mostrando amigos e parentes confraternizando na sala e o visual colorido da Enseada de Botafogo do lado de fora.


Noite de Reveillon in Rio de Janeiro

Fiz duas versões da panorâmica noturna da Praia de Botafogo. Uma usando mais de mil fotos com a tele-objetiva Sigma 300mm, ficou com mais de 6GP, e outra com a tele-macro Canon 100mm, de ‘apenas’ 240 fotos, ficou com 1,5 GP. A menor ficou muito melhor. Na maior, os flares gerados pelas luminárias mais fortes, principalmente de uma muito próxima, muito forte e virada diretamente para mim, criaram manchas esbranquiçadas enormes. Terei que aprender a domar esses reflexos e refrações.

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Durante uma manhã fervendo de quente, registrei a panorâmica de cima do prédio. Demorei para subir, demorei para decidir a posição ideal, demorei para montar o equipamento, e depois tive que reduzir o tamanho da panorâmica para não fritar meu cérebro e minha câmera. O Epic Pro foi projetado para aguentar o clima de Marte, mesmo assim rangeu feito um carro de bois para fazer as setecentas e tantas fotos que, montadas, geraram um gigapan de 5,8 GigaPixels espremidos em um arquivo RAW de 15Gbytes. Abrir um monstro desses no Photoshop, num micro com 3Gb de RAM é um exercício de paciência.

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