Parque Centenário da Imigração Japonesa

Este é o meu primeiro projeto de  passeio virtual: o Parque Centenário da Imigração Japonesa, inaugurado em 2008, é um dos mais visitados parques de Mogi das Cruzes. Aqui também farei um “diário de bordo” contando as aventuras ocorridas durante a produção deste trabalho.

erik22 de setembro de 2013

Uma tarde produtiva com 9 novos panoramas e um assistente novo. Erik, um molecote de 4 anos veio puxar conversa comigo. Tanto insistiu nas perguntas e no interesse em participar que eu passei para ele o controle remoto da câmera. A cada comando meu ele apertava o botão 6 ou 7 vezes, feliz da vida.

23 de maio de 2013

3 novos panoramas incluídos. Com o auxílio da Nodal Ninja, fiz as fotos de uma das pontes (a única que ainda não está interditada). Trabalho complicado pois a ponte balança um bocado e haviam crianças correndo pra lá e pra cá.

10 de outubro de 2012

Estimo que vou precisar de uns 50 panoramas para fazer o passeio completo. Alguns que eu fiz no início foram descartados pois apresentavam erros que hoje eu não considero mais toleráveis.

Hoje, enquanto eu fazia as fotos de um dos parquinhos infantis, fui abordado por um dos guardas municipais. Ele me cumprimentou meio constrangido e perguntou “por que eu estava tirando fotos de todas as pessoas”. Respondi que não estava mirando as pessoas. Expliquei o que era o trabalho. Mostrei as fotos. Ele agradeceu e avisou que um cidadão foi se queixar de que eu estava fotografando o filho dele sem permissão. Ele mesmo complementou que, mesmo que fosse o caso, nada poderia ser feito pois estamos em um local público e não há lei que diga que eu não posso fotografar o que eu bem entender. Foi ótimo, nem precisei argumentar. 🙂

11 de junho de 2011

As fotos, por enquanto, estão sendo produzidas à mão livre, sem tripé, utilizando uma técnica conhecida como “philopod” – http://wiki.panotools.org/Philopod que usa apenas um fio pendurado na ponta da lente. Muito simples, já que não requer praticamente nenhum equipamento e fácil de fazer até com material encontrado no chão do parque (fio de pipa e uma pedrinha), mas que transfere para o fotógrafo toda a responsabilidade em manter a mão firme, o prumo exato e o giro perfeito entre as fotos, entre outras coisas humanamente impossíveis.